Stuhlberger revê cenário e prevê ganho em commodity

Autor(es): Por Angelo Pavini, de São Paulo

Valor Econômico – 04/03/2010

Em artigo publicado na revista do Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), Luís Stuhlberger, responsável pelos R$ 8 bilhões aplicados no reverenciado fundo Verde, confessa qual o seu maior sonho: prever o futuro. Apesar de muitas pessoas acharem que ele já faz isso, Stuhlberger discute as formas pelas quais toma suas decisões que, de uma certa maneira, incluem tentar antever o que vai ocorrer no mercado a partir do estudo e da observação, aliados à experiência em analisar as informações e ao contato com outras opiniões. Essas máximas levam Stuhlberger a ganhar dinheiro no Brasil e no exterior há anos – inclusive, mais recentemente, com a crise da Grécia.

Mas ele observa que prever corretamente o futuro é apenas uma … - Continue Lendo

Com Pão de Açúcar, Casino vai explorar shoppings no Brasil

Fonte: Valor Econômico

05/03/2010

O Pão de Açúcar, o maior grupo varejista do mercado brasileiro e do qual o francês Casino tem 50% do capital, vai começar a desenvolver projetos imobiliários “importantes”, que envolverão a construção e a administração de centros comerciais – atividade já amplamente realizada na França pelo sócio, disse ontem, em Paris, o presidente mundial da companhia … - Continue Lendo

Telebrás volta a ter passivo a descoberto

Autor(es): Téo Takar

Valor Econômico – 05/03/2010

A Telebrás, cujas ações voltaram a estar em evidências nos últimos meses, registrou prejuízo líquido de R$ 20,6 milhões em 2009 e voltou a ficar com patrimônio líquido negativo – dívidas maiores que os ativos. Ao fim de dezembro, o passivo a descobertoda empresa era de R$ 16,7 milhões.

Em dezembro de 2008, após receber um aporte de capital de R$ 200 milhões do governo federal, a companhia ficou com patrimônio líquido positivo, em R$ 3,8 milhões. Naquele ano, o prejuízo da empresa havia sido de R$ 31,78 milhões.

Sem novos aportes, e sem atividade operacional que gere receita, o balanço daTelebrás consiste basicamente em despesas com pessoal e manutenção … - Continue Lendo

Espanha será o verdadeiro teste do euro

03 de março de 2010

Valor Economico (SP)

Europa: Crise na quarta maior economia da zona do euro é um risco maior à moeda comum do que a Grécia

Stephen Fidler, The Wall Street Journal, de Madri

A Grécia iniciou a crise que assola a zona do euro. A Espanha pode determinar se a moeda compartilhada por 16 países morrerá ou sobreviverá.

Quarta maior economia da zona do euro, a Espanha enfrenta desemprego de 19%, uma bolha imobiliária que está murchando, dívidas substanciais e … - Continue Lendo

Crise deixa empresas dos EUA mais enxutas e cautelosas

03 de março de 2010

Valor Economico (SP)

Pós-recessão: Maioria espera elevar produção este ano, mas sem contratações

Clare Ansberry, The Wall Street Journal

As empresas dos EUA começam a emergir menores e mais enxutas da pior crise desde a Grande Depressão da década de 1930. Para sobreviver, as empresas demitiram milhões de trabalhadores, fecharam centenas de fábricas e esvaziaram escritórios inteiros. Como a geração que cresceu na Depressão e ainda reaproveita papel alumínio, a experiência as deixou conservadoras financeiramente e temerosas de assumir riscos.

O caminho da recuperação deve … - Continue Lendo

Como você lê o jornal na hora de aplicar?

A teoria financeira comportamental convencionou chamar de viés de confirmação a tendência que temos de sobrevalorizar as informações que confirmam nossas opiniões e subvalorizarinformações discordantes. Estudos mais recentes revelam que o viés de confirmação tem desdobramentos ainda maiores, pois revelam queos indivíduos procuram intencionalmente informações e notícias que suportam suas próprias opiniões e pontos de vista, evitando a todo custo ser confrontado por informações contrárias.

Estudos de marketing voltados ao comportamento de consumidores no período pós-compra mostra com clareza essa tendência quando revela que, após à aquisição de um bem, o comprador deixa de prestar atenção às publicidades de produtos concorrentes como forma de não … - Continue Lendo

Iludidos Pelo Acaso

Muitas pessoas acham erroneamente que jornalistas são, por definição, negativos, o pessoal do contra — e que, por isso, a imprensa privilegia más notícias.

Embora alguns jornalistas optem de fato pela má notícia, existe um outro fenômeno que afeta os leitores, um fenômeno chamado a ilusão do acaso. Quem explica isso é o estatístico Nassim Taleb, autor do livro “Iludido pelo Acaso”.

Embora ele não trate de jornalismo, mas do mercado de ações, mostrarei aqui a analogia com jornalismo — isso se vocês tiverem paciência, porque a lógica é, de fato, complicada. Mas vale a pena!

O mercado de ações americano sobe há mais … - Continue Lendo

Portabilidade, use e abuse

Autor(es): Por Alessandra Bellotto, de São Paulo

Valor Econômico – 12/02/2010

Os investidores de planos de previdência aberta estão usando mais a ferramenta da portabilidade, que permite trocar de seguradora. Em 2009, houve um aumento de cerca de 10% no volume derecursos que migrou de uma empresa para outra, alcançando R$ 2,37 bilhões, apontam dados da Federação Nacional de Previdência e Vida (Fenaprevi). Essa soma, no entanto, representa uma parcela muito pequena das provisões do setor. Mas pode crescer se o investidor passar a usar mais a transferência para pressionar por redução de taxas e melhor retorno dos fundos oferecidos.

Do patrimônio total acumulado pelos participantes no ano passado – cerca de R$ 177 bilhões -, o volume de portabilidades liquidadas financeiramente representou 1,34%. Em 2008, a … - Continue Lendo

Soros defende intervenção nos bancos

Valor Econômico – 28/01/2010

A resposta para a crise financeira terá de incluir uma forte intervenção dos governos nos bancos, com imposição de limites para a expansão do crédito, regulamentação rígida sobre os chamados derivativos e mais taxação e controle sobre as instituições financeiras, defendeu o megainvestidor George Soros, em almoço com jornalistas durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos. Mas as medidas para coibir as atividades dos bancos não podem ser precipitadas, porque a reação à crise ainda está na … - Continue Lendo

BR Properties pode valer o dobro de rivais na bolsa

Valor Econômico – São Paulo/SP – EU & INVESTIMENTOS – 19/02/2010

Fernando Torres, de São Paulo

Embora com um lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (lajida) em 12 meses menor que o obtido pela São Carlos e em linha com o registrado pela Cyrela Commercial Properties (CCP), a BR Properties pode vir à Bovespa valendo mais que o dobro dessas companhias, que também investem em imóveis comerciais para obtenção de renda de aluguel.

O prospecto da oferta da BR Properties sugere que ação da companhia será vendida entre R$ 14 e R$ 18. A depender da colocação ou não dos lotes … - Continue Lendo